IPSEMC alerta aposentados e pensionistas sobre falsos médicos criados por inteligência artificial

O IPSEMC, por meio de suas ações de Educação Previdenciária, alerta aposentados, pensionistas, servidores e familiares sobre um novo risco que vem crescendo na internet: vídeos e perfis falsos que usam inteligência artificial para simular médicos, especialistas e profissionais de saúde.

Em muitos casos, esses conteúdos aparecem em redes sociais, aplicativos de mensagem e plataformas de vídeo com aparência profissional. Os falsos médicos podem usar jaleco, voz calma, linguagem técnica e imagens realistas, levando muitas pessoas a acreditar que estão recebendo orientação de um profissional verdadeiro.

O assunto tem sido divulgado por veículos como BBC News Brasil, Terra, Agência Brasil/EBC e Jornal Hoje/Globo, além do próprio Conselho Federal de Medicina, que vem utilizando tecnologia de inteligência artificial para auxiliar na fiscalização e identificação de indícios de falsos médicos, exercício ilegal da medicina e publicidade médica irregular na internet.

O perigo das orientações falsas sobre saúde

A preocupação principal é que alguns vídeos prometem curas rápidas, tratamentos milagrosos, receitas naturais ou orientações para substituir medicamentos, exames, consultas e até procedimentos indicados por profissionais de saúde.

Esse tipo de conteúdo pode colocar a vida das pessoas em risco, especialmente quando atinge idosos, aposentados e pensionistas, que muitas vezes buscam informações sobre dores, medicamentos, alimentação, pressão alta, diabetes, visão, memória, sono e outros temas ligados à saúde.

É importante lembrar: nenhum vídeo na internet substitui uma consulta médica. Cada pessoa possui uma realidade de saúde diferente, com histórico, idade, uso de medicamentos, exames e necessidades específicas.

Desconfie de promessas fáceis

Antes de acreditar em uma orientação de saúde encontrada na internet, fique atento a alguns sinais de alerta:

  • promessas de cura rápida ou milagrosa;
  • frases como “os médicos não querem que você saiba”;
  • orientação para parar remédios sem consulta;
  • venda de e-books, guias ou produtos com promessa de cura;
  • vídeos que usam medo, urgência ou sensação de perigo imediato;
  • perfis que dizem ser médicos, mas não informam nome completo, CRM ou especialidade verificável.

Mesmo que o vídeo pareça bem produzido, isso não significa que ele seja confiável. Hoje, a inteligência artificial permite criar rostos, vozes e imagens muito realistas.

Como verificar se um médico é real

O Conselho Federal de Medicina disponibiliza, no Portal Médico, uma ferramenta oficial de busca por médicos. Por meio dela, é possível consultar informações sobre profissionais registrados, utilizando dados como nome, CRM ou estado de atuação.

Antes de seguir orientações de saúde divulgadas por um suposto médico na internet, procure verificar se o profissional possui registro ativo no CRM.

Em caso de suspeita de perfil falso, uso indevido da imagem de médicos, exercício ilegal da medicina ou propaganda enganosa, a orientação é procurar o Conselho Regional de Medicina do seu estado ou os canais oficiais competentes.

Procure sempre fontes oficiais

Para informações de saúde, dê preferência a fontes oficiais e reconhecidas, como o Ministério da Saúde, a Anvisa, as secretarias de saúde, os conselhos profissionais e os profissionais que acompanham diretamente o seu caso.

O Ministério da Saúde mantém iniciativas voltadas ao combate à desinformação em saúde, como o Saúde com Ciência, que orienta a população a verificar informações antes de compartilhar ou seguir qualquer recomendação.

Informação correta também é cuidado

A internet pode ser uma ferramenta importante de informação, mas também pode espalhar golpes, boatos e orientações perigosas. Por isso, antes de compartilhar ou seguir qualquer conteúdo sobre saúde, verifique a fonte, converse com sua família e procure orientação profissional.

O IPSEMC reforça: nunca interrompa medicamentos, tratamentos, exames ou consultas por causa de vídeos, mensagens ou publicações nas redes sociais.

Na dúvida, procure seu médico ou a equipe de saúde que acompanha você.

Dia Mundial do Meio Ambiente: o planeta que recebemos e o futuro que deixaremos

Você já parou para observar a beleza do mundo ao seu redor?

O nascer do sol, a chuva que abastece rios e reservatórios, as florestas, as praias, os animais e a diversidade de paisagens que existem em nosso país são parte de um patrimônio natural extraordinário. A Terra é o único lar que conhecemos e foi nela que a humanidade encontrou tudo o que precisava para viver, produzir alimentos, desenvolver cidades e construir sua história.

Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, somos convidados a refletir sobre a relação entre o ser humano e a natureza. Afinal, que planeta estamos deixando para as próximas gerações?

Nem todos os problemas ambientais são causados pela ação humana. Secas, enchentes, incêndios provocados por raios e outros fenômenos naturais sempre fizeram parte da dinâmica do planeta. No entanto, é impossível ignorar que muitas das ameaças ambientais atuais estão diretamente relacionadas às atividades humanas realizadas de forma desordenada, sem planejamento adequado e sem a devida consideração pelos impactos que podem causar.

Quando florestas são derrubadas ilegalmente, rios são poluídos, resíduos são descartados de forma inadequada ou recursos naturais são explorados sem responsabilidade, os prejuízos não atingem apenas a natureza. Eles afetam a saúde das pessoas, a economia, a qualidade de vida das comunidades e até mesmo a disponibilidade de água e alimentos.

No Brasil, alguns dos principais desafios ambientais incluem o desmatamento, as queimadas, a poluição de rios e mananciais, o descarte irregular de resíduos, a mineração ilegal, o uso inadequado dos recursos naturais e a perda da biodiversidade.

O desmatamento, em especial, possui diversas causas. Entre elas estão a expansão irregular da atividade agropecuária, a grilagem de terras, a exploração ilegal de madeira, a abertura clandestina de áreas para atividades econômicas e a ocupação desordenada de regiões ambientalmente sensíveis. Em muitos casos, essas práticas ocorrem em desacordo com a legislação vigente e provocam danos que podem levar décadas para serem reparados.

O Brasil possui uma ampla estrutura legal voltada à proteção ambiental. A Constituição Federal determina que todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado e estabelece que tanto o poder público quanto a coletividade têm o dever de protegê-lo. Além disso, existem leis específicas que tratam da proteção das florestas, dos recursos hídricos, da fauna, da flora e da destinação adequada dos resíduos.

Mas surge uma pergunta importante: se existem leis, por que os problemas continuam acontecendo?

A resposta não é simples. Em muitos casos, o descumprimento da legislação está relacionado à falta de fiscalização adequada, à insuficiência de recursos para os órgãos de controle, à falta de compromisso de alguns gestores públicos com a pauta ambiental e, infelizmente, à prática de atividades ilícitas realizadas por pessoas e empresas que buscam vantagens econômicas sem considerar os impactos causados ao meio ambiente.

Por outro lado, também é preciso reconhecer que a conscientização da população desempenha um papel fundamental. Uma sociedade bem informada tende a valorizar mais a preservação ambiental, cobrar ações dos governantes e rejeitar práticas que colocam em risco os recursos naturais.

E você? Já pensou sobre qual é a sua contribuição para a preservação do meio ambiente?

Muitas vezes acreditamos que apenas grandes projetos podem fazer diferença, mas pequenas atitudes também possuem grande importância. Economizar água, evitar desperdícios, separar resíduos recicláveis, descartar corretamente o lixo, reduzir o consumo de materiais descartáveis, preservar áreas verdes e denunciar crimes ambientais são exemplos de ações que estão ao alcance de todos.

A proteção ambiental não depende apenas dos governos ou das instituições. Ela também depende das escolhas realizadas diariamente por cada cidadão.

Assim como a previdência social está relacionada ao planejamento e à proteção do futuro, a preservação do meio ambiente também exige responsabilidade e visão de longo prazo. Cuidar da natureza hoje significa garantir melhores condições de vida para as próximas gerações.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, vale a reflexão: que legado estamos construindo para aqueles que virão depois de nós?

A importância de vínculos sociais após a aposentadoria

Após anos dedicados ao trabalho e às responsabilidades da vida profissional, a aposentadoria representa uma importante mudança de rotina. Para muitas pessoas, esse momento é visto como uma oportunidade de descanso. No entanto, também pode ser uma fase de redescobertas, aprendizado e fortalecimento das relações sociais.

Durante a vida profissional, grande parte do convívio diário acontece no ambiente de trabalho. Com a aposentadoria, essa dinâmica muda e algumas pessoas podem sentir uma redução no contato social. Por isso, manter vínculos com familiares, amigos, vizinhos e grupos de convivência torna-se um fator importante para a qualidade de vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o envelhecimento ativo está baseado em três pilares fundamentais: saúde, participação e segurança. Nesse contexto, a participação social é considerada um dos elementos essenciais para que as pessoas envelheçam com mais autonomia, bem-estar e integração à comunidade.

Relações sociais contribuem para a saúde

 A convivência com outras pessoas não traz benefícios apenas para o aspecto emocional. Estudos indicam que manter uma vida social ativa pode contribuir para a adoção de hábitos mais saudáveis, estimular a mente e favorecer o equilíbrio emocional.

Além disso, as redes de apoio social ajudam a enfrentar desafios do dia a dia, funcionam como fator de proteção contra o estresse e contribuem para a prevenção do isolamento. Pesquisadores destacam que a qualidade dos relacionamentos costuma ser mais importante do que a quantidade de contatos mantidos.

O contato frequente com outras pessoas também favorece a troca de experiências, o compartilhamento de conhecimentos e o fortalecimento do sentimento de pertencimento, algo importante em todas as fases da vida.

A aposentadoria pode ser um recomeço

 A aposentadoria não precisa significar afastamento das atividades e da convivência social. Pelo contrário, muitas pessoas aproveitam esse período para desenvolver novos interesses, realizar projetos antigos e dedicar mais tempo a atividades que antes eram dificultadas pela rotina profissional.

Participar de grupos de convivência, cursos, oficinas, clubes de leitura, atividades físicas ou ações voluntárias são exemplos de iniciativas que ajudam a construir novos vínculos e a manter uma rotina mais ativa e prazerosa.

Especialistas apontam que o grande desafio dessa fase não está na aposentadoria em si, mas no rompimento dos laços sociais e na falta de atividades significativas. Por isso, continuar participando da comunidade e cultivando relacionamentos pode fazer toda a diferença para o bem-estar e a satisfação pessoal.

Nunca é tarde para aprender

 O envelhecimento não impede a busca por novos conhecimentos. Atualmente, muitos idosos participam de cursos, utilizam ferramentas digitais, fazem novas amizades e descobrem hobbies que proporcionam satisfação e desenvolvimento pessoal.

Além de estimular a memória e o raciocínio, essas experiências favorecem a autoestima, a confiança e a construção de novas relações sociais.

Envelhecer com participação e qualidade de vida

Manter-se socialmente ativo é uma forma de cuidar da saúde física e emocional. A convivência, o aprendizado contínuo, a participação em atividades coletivas e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários contribuem para uma vida mais equilibrada e significativa.

Mais do que ocupar o tempo, cultivar relações sociais é investir em bem-estar, autonomia e qualidade de vida ao longo dos anos.

IPSEMC apoia a campanha Junho Violeta e reforça a proteção à pessoa idosa

O Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Cabedelo – IPSEMC apoia a campanha Junho Violeta, dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa. A iniciativa chama a atenção da sociedade para a importância de reconhecer, prevenir e denunciar situações de maus-tratos, abandono, negligência e violação de direitos.

A violência contra a pessoa idosa nem sempre ocorre de forma visível. Além das agressões físicas, ela pode se manifestar por meio de violência psicológica, humilhações, ameaças, isolamento, exploração financeira, apropriação indevida de benefícios, falta de cuidados básicos, abandono familiar e desrespeito à autonomia da pessoa idosa.

Como autarquia previdenciária responsável pelo atendimento a aposentados, pensionistas e servidores municipais, o IPSEMC reforça seu compromisso com a valorização, o respeito e o acolhimento da pessoa idosa, destacando que a proteção desse público é uma responsabilidade compartilhada entre família, sociedade e poder público.

A campanha também alerta para a necessidade de atenção aos sinais de violência, especialmente quando há mudanças bruscas de comportamento, medo, isolamento, marcas físicas, ausência de cuidados, retenção de documentos ou uso indevido de recursos financeiros da pessoa idosa.

Qualquer pessoa que presencie ou suspeite de maus-tratos pode denunciar. Os canais de atendimento funcionam de forma gratuita e sigilosa:

Disque 100 – Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos;
Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, especialmente em casos envolvendo mulheres idosas em situação de violência;
Polícia Militar – 190 – para situações de emergência ou flagrante.

Também é possível procurar o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, os serviços de assistência social, o Ministério Público, as delegacias especializadas ou demais órgãos de proteção, que podem orientar, encaminhar e acompanhar situações de violação de direitos.

O enfrentamento à violência contra a pessoa idosa começa com informação, respeito e responsabilidade. O IPSEMC reafirma seu compromisso institucional com a promoção da dignidade, da segurança e dos direitos da pessoa idosa.

IPSEMC – Junho Violeta: respeito, cuidado e proteção são dever de todos.

Organização de documentos pessoais traz mais segurança e tranquilidade no dia a dia

Manter os documentos pessoais organizados pode parecer uma tarefa simples, mas faz uma grande diferença na qualidade de vida e é muito importante para aposentados, pensionistas e pessoas da terceira idade. Além de evitar perda de tempo e estresse, a organização facilita atendimentos, recadastramentos, solicitações em órgãos públicos e comprovações de dados importantes.

No dia a dia, é comum precisar apresentar documentos como RG, CPF, comprovante de residência, exames médicos, comprovantes bancários ou registros de contribuição previdenciária. Quando esses papéis estão guardados de forma adequada, tudo se torna mais rápido, seguro e prático.

A falta de organização documental pode gerar diversos transtornos, como atraso em processos administrativos, dificuldades em atualizações cadastrais, perda de prazos, pagamento de multas e até problemas relacionados ao recebimento de benefícios e direitos.

Entre os principais benefícios da organização estão a economia de tempo, maior controle financeiro, proteção de documentos importantes e redução de gastos com emissão de segundas vias. Também traz mais tranquilidade para a família em situações de emergência ou necessidade de acesso rápido às informações.

Uma boa dica é separar os documentos por categorias, utilizando pastas identificadas, caixas organizadoras ou envelopes. Exemplos de categorias úteis incluem: documentos pessoais, saúde, contas e comprovantes, imóveis, veículos, trabalho e benefícios.

Outra recomendação importante é digitalizar documentos essenciais e armazenar cópias em locais seguros, como nuvem digital ou HD externo, ajudando na preservação e no acesso rápido em caso de necessidade.

A organização também ajuda nos recadastramentos periódicos exigidos por instituições públicas e financeiras, evitando bloqueios, atrasos ou dificuldades na comprovação de informações.

O IPSEMC reforça que pequenas atitudes de organização podem trazer mais praticidade, autonomia, segurança e tranquilidade para a rotina, contribuindo diretamente para o bem-estar e a qualidade de vida dos segurados.

IPSEMC realiza capacitação sobre uso correto de EPIs com equipe da autarquia

O Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Cabedelo (IPSEMC) realizou mais uma ação voltada ao fortalecimento da qualificação profissional de sua equipe. Toda equipe previdenciária participou do curso online “NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)”, promovido pela AEG Serviço e Comércio Ltda dentro do programa institucional de capacitação profissional.

Com carga horária de 4 horas, o curso ficou disponível entre os dias 17 de março e 30 de abril de 2026, abordando orientações relacionadas à Norma Regulamentadora nº 06 do Ministério do Trabalho, responsável por estabelecer diretrizes sobre o fornecimento, utilização, conservação e responsabilidade referente aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Todos os participantes concluíram a capacitação e foram submetidos à avaliação final do curso, obtendo aprovação integral.

A iniciativa teve como objetivo ampliar o conhecimento dos participantes sobre segurança no ambiente de trabalho, prevenção de riscos ocupacionais e boas práticas administrativas, fortalecendo a cultura organizacional e o compromisso institucional com a valorização dos servidores públicos.

Embora grande parte das atividades desenvolvidas no âmbito do RPPS esteja ligada ao setor administrativo, o conteúdo também contribui para a conscientização geral sobre medidas preventivas e responsabilidades relacionadas à segurança do trabalho, especialmente em funções operacionais que possam exigir a utilização de EPIs.

O IPSEMC agradece a dedicação e o comprometimento de todos os servidores e colaboradores que participaram da capacitação, reforçando a importância da busca contínua por conhecimento, qualificação profissional e fortalecimento das boas práticas no ambiente de trabalho.